As palavras estão agindo de acordo com o meu estado de espírito, inconstantes que só, elas vem e trazem diversas ideias, em minutos todas vão embora e deixam só sentimento e vai saber Deus que sentimento é esse.
Eu as vezes me indago se é tão errado em 17 anos eu ainda não ter definido quem eu sou, se tantas vontades e tantos conceitos podem ser mudados assim, depois de tanto tempo, e no fim, eu acabo concluindo que sim, que nós podemos conviver com nós mesmos sem saber quem realmente somos, apostando em algo que não é real. Você começa a ter uma, duas ou diariamente várias crises existenciais e se pergunta, quem você é? Por que você existe? Qual a sua importância? O que você tem que fazer?
Na real mesmo, eu defendo a tese que você deve viver pra ter uma realização pessoal, profissional e qualquer outro tipo de realização, mas que caiba somente a você, que não dependa de terceiros, porque realmente não adianta você investir nesse papo de sentimento, nessa coisa de gostar, se dedicar ou qualquer outro tipo de ação que tenha consequências sobre você, com qualquer pessoa. Palavras são fáceis de serem ditas, o problema é que sentimento influencia muito na intensidade delas, quando você está envolvido com algo ou alguém, sempre idolatra isso mais do que o comum, mas quem é que pensa que amanhã ou depois o sentimento pode desbotar como a tintura do cabelo, como aquela blusinha preta preferida, sabe? Ninguém pensa nisso, ninguém pensa que deve ser coerente com aquilo que sente, que deve esperar uma certeza pra depois apostar. E o que acontece? Acontece que o outro lado da história acredita nas palavras, nas promessas, nos planos e espera como se fosse algo certo..
De repente aparece uma conveniência qualquer, um sonho de vida melhor que pode nem ter o mesmo sentimento, mas que ainda assim é conveniente por um ou vários motivos penosos, como dinheiro, como qualidade de vida ou qualquer outra coisa bem escrota que satisfaça um ego humano e abandona as promessas, as palavras e um sentimento.
A gente tenta descobrir quem é que perde com isso, quem é que sai como vitima na história. O caso é que a história não tem vitima, talvez um perca mais que o outro; Alguém teve que conviver com um sentimento ignorado, com sonhos e planos quebrados, mas ao mesmo tempo que sofreu, foi obrigado a partir pra uma reeducação sentimental, e a gente espera que isso sirva como uma experiência, significativa, de vida. E quem foi sem ao menos olhar pra trás? Talvez um dia descubra que há coisas mais importantes do que pelo que optou e quando sentir falta de algo realmente verdadeiro, vai lembrar de alguém, alguém que passou e inevitavelmente marcou, marcou porque tinha algo a oferecer, um sentimento considerado não estruturado, uma vida ainda pra ser conquistada, mas talvez tudo que suprisse a sua necessidade de ser amado.
nossa, você é foda bruta O_O
ResponderExcluirPoxa , acheio muito legal seu blog , bem escrito e bem elaborado...
ResponderExcluirSe tiver a curiosidade , da uma olhada no meu
http://deboacomtudo.blogspot.com/
Nih é incrível como sempre que entro no seu blog leio o que estava precisando ler *-*...OBRIGADA pelas sábias palavras...
ResponderExcluirNi, poxaaa não sabia desse seu Doom. *-*
ResponderExcluirQue LINDOOOO.*____*
Se um dia você escrever um livro, eu compro ta? :D !você escreve tãooo beeem!õ/