Hoje eu estava pensando com os meus botões como o mundo é engraçado, como ele não deixa ninguém parado, como as situações mudam, e mudam constantemente. Hoje você quer muito algo, amanhã você consegue, depois de amanhã pode ser que já não tenha mais o mínimo valor pra você.
Tudo bem, até ai nada de novidade não é?! É comum. O intrigante é quando você não atribui valor algum à algo, quando você considera até desnecessário, e com calma, com tempo, com detalhes, com sinais, passa a ser o bem mais precioso, a vontade mais aguçada, o sorriso mais sincero e o desejo mais secreto. Então o nada virou muito. Virou muito, muito do que você quer, muito do que você sonha, muito do que você planeja e espera, no caso passa a ser tudo, sabe?
Seguindo a linha de raciocínio você conquistará o tudo, e pela ordem comum dos acontecimentos amanhã o refrigerante já estará sem gás, você já saberá as falas do filme, não terá a mesma graça, não é mesmo? NÃO, não é mesmo, É isso, foge do esperado, do comum. (PERMANECE, verbo permanecer; 1. Conservar-se ou persistir no mesmo estado ou qualidade sem mudança; 2. Demorar-se em alguma parte; ficar). Dá pra entender? Não muda, persisti, demora, fica. Eu sei, vai além de qualquer interpretação sem base, mas eu precisava dizer, expor, explicar que não é dor, mas que tudo se encontra da mesma forma que ficou, que se há algo que sofreu alteração não foi nada além do colorido do dia que resolveu não renovar, e sim, ainda persiste a vontade de voar (...)
quinta-feira, 29 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
E foi assim que eu descobri..
Eu vivo nesse dilema de vai e volta, né?!
Nessa coisa de postar e não postar, essa indecisão do que fazer, resumindo, eu assumo, andei fugindo das palavras, andei fugindo dos meus pensamentos e automaticamente andei fugindo de mim. Onde meu orgulho foi parar pra eu assumir assim de cara limpa? Eu também estou me perguntando isso. Acho que é o dia, eu acordei meio assim sei lá, indiferente com o mundo, vivendo cada segundo, sem rumo, sem plano, sem fundo.
Diversas coisas tem passado pela minha cabeça, conceitos e conceitos, situações, opções, escolhas, caminhos, futuro.
Eu entrei até numa certa crise porque me dei conta que eu já não faço mais parte da 'malhação', que meu tempo de ensino médio terminou, que a fase de indecisões já deveria ter ficado para trás, enquanto ela ainda vive comigo, eu fiquei dias me martirizando pelas minhas incertezas, pela minha vida sem rumos definitivamente tomados.
Não digo que me conformei com a existência de tantas dúvidas, mas eu aprendi a conviver com as mesmas. Não me pergunte como, afinal, não existe formulas, acho que talvez tenha sido algo que eu precisasse ouvir de quem sabe falar, momentos que eu precisasse viver com quem sabe fazer história, e ter certeza de uma coisa, não todas, apenas uma, mas que me fizesse enxergar que pra tudo se tem um tempo, nada daquela filosofia de esperar acontecer, mas sim de encontrar o tempo certo pra acontecer, não sei se muitos vão me entender, mas eu sei que há alguém que vai.
Alias, eu definitivamente não espero que muitos me entendam, e nem eu quero entender ninguém, eu suplico mesmo pra que ninguém tente me entender, eu não quero ser compreendida, não quero que vejam ideias claras e certas em minhas palavras, porque eu sei que seria muita hipocrisia expressar ideias certas vindas de uma pessoa não inconstante, sei também que as inconstâncias mais constantes da minha vida entenderão.
As conclusões ficam pra depois, porque eu sei que as minhas incertezas de hoje se tornarão as certezas de amanha e vice-versa.
Com muito atraso, ainda proclamo que o final de semana passado foi impagável e o Scracho inacreditável.
Nessa coisa de postar e não postar, essa indecisão do que fazer, resumindo, eu assumo, andei fugindo das palavras, andei fugindo dos meus pensamentos e automaticamente andei fugindo de mim. Onde meu orgulho foi parar pra eu assumir assim de cara limpa? Eu também estou me perguntando isso. Acho que é o dia, eu acordei meio assim sei lá, indiferente com o mundo, vivendo cada segundo, sem rumo, sem plano, sem fundo.
Diversas coisas tem passado pela minha cabeça, conceitos e conceitos, situações, opções, escolhas, caminhos, futuro.
Eu entrei até numa certa crise porque me dei conta que eu já não faço mais parte da 'malhação', que meu tempo de ensino médio terminou, que a fase de indecisões já deveria ter ficado para trás, enquanto ela ainda vive comigo, eu fiquei dias me martirizando pelas minhas incertezas, pela minha vida sem rumos definitivamente tomados.
Não digo que me conformei com a existência de tantas dúvidas, mas eu aprendi a conviver com as mesmas. Não me pergunte como, afinal, não existe formulas, acho que talvez tenha sido algo que eu precisasse ouvir de quem sabe falar, momentos que eu precisasse viver com quem sabe fazer história, e ter certeza de uma coisa, não todas, apenas uma, mas que me fizesse enxergar que pra tudo se tem um tempo, nada daquela filosofia de esperar acontecer, mas sim de encontrar o tempo certo pra acontecer, não sei se muitos vão me entender, mas eu sei que há alguém que vai.
Alias, eu definitivamente não espero que muitos me entendam, e nem eu quero entender ninguém, eu suplico mesmo pra que ninguém tente me entender, eu não quero ser compreendida, não quero que vejam ideias claras e certas em minhas palavras, porque eu sei que seria muita hipocrisia expressar ideias certas vindas de uma pessoa não inconstante, sei também que as inconstâncias mais constantes da minha vida entenderão.
As conclusões ficam pra depois, porque eu sei que as minhas incertezas de hoje se tornarão as certezas de amanha e vice-versa.
Com muito atraso, ainda proclamo que o final de semana passado foi impagável e o Scracho inacreditável.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Lar doce lar..
E finalmente eu voltei, quer dizer, pretendo ter voltado de vez..
Andei perdida em meus pensamentos, momentos e papéis, sim, troquei o meu diário virtual por simples folhas de caderno com palavras rabiscadas, e sinceramente? Nada que suprisse a minha necessidade de desabafos, não sei, é estranho escrever no papel, parece que não tem a mesma firmeza, é difícil explicar, mas eu cheguei a conclusão que prefiro o meu espaço colorido, as minhas palavras brancas, os meus registros separados por mês, enfim, meu lar doce lar, meu blog.
Definitivamente revoltas me inspiram mais do que uma vida cheia de cores e de ar sereno, mas hoje eu não sei o que aconteceu, meu estado de espírito está extremamente positivo e ainda assim eu estava morrendo de vontade de brincar com as minhas amigas palavras. Perai, como assim eu não sei o que aconteceu? Eu sei sim, e como sei.. Sabe aquela história de ver o valor nas menores coisas? É, meu bom humor está realmente em alto nível, essa parada de valor nas menores coisas é tão broxante, mas tão verdadeira. Um dia, algumas risadas, poucas pessoas, muito valor, diversos sorrisos, inúmeros minutos, vários pensamentos, intensos desejos e uma palavra, somente uma palavra.
Sobre o dia de hoje, eu estava com saudades de cozinhar, de fazer piadinhas, de ser útil, de chamar de mãe quem não é minha mãe de verdade, de chamar de amor o meu bebê pequeno e meu nenem grande, de trocar uma ideia esperta com a minha avó, que não é minha, enfim, de dedicar um tempo a minha segunda família, o meu pequeno refugio.
Ps. Parabéns pro meu amor pequeno, quero logo os 4 anos pra rolar um skate.
Andei perdida em meus pensamentos, momentos e papéis, sim, troquei o meu diário virtual por simples folhas de caderno com palavras rabiscadas, e sinceramente? Nada que suprisse a minha necessidade de desabafos, não sei, é estranho escrever no papel, parece que não tem a mesma firmeza, é difícil explicar, mas eu cheguei a conclusão que prefiro o meu espaço colorido, as minhas palavras brancas, os meus registros separados por mês, enfim, meu lar doce lar, meu blog.
Definitivamente revoltas me inspiram mais do que uma vida cheia de cores e de ar sereno, mas hoje eu não sei o que aconteceu, meu estado de espírito está extremamente positivo e ainda assim eu estava morrendo de vontade de brincar com as minhas amigas palavras. Perai, como assim eu não sei o que aconteceu? Eu sei sim, e como sei.. Sabe aquela história de ver o valor nas menores coisas? É, meu bom humor está realmente em alto nível, essa parada de valor nas menores coisas é tão broxante, mas tão verdadeira. Um dia, algumas risadas, poucas pessoas, muito valor, diversos sorrisos, inúmeros minutos, vários pensamentos, intensos desejos e uma palavra, somente uma palavra.
Sobre o dia de hoje, eu estava com saudades de cozinhar, de fazer piadinhas, de ser útil, de chamar de mãe quem não é minha mãe de verdade, de chamar de amor o meu bebê pequeno e meu nenem grande, de trocar uma ideia esperta com a minha avó, que não é minha, enfim, de dedicar um tempo a minha segunda família, o meu pequeno refugio.
Ps. Parabéns pro meu amor pequeno, quero logo os 4 anos pra rolar um skate.
Assinar:
Postagens (Atom)